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Simpe SC

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O Fórum Catarinense em Defesa do Serviço Público vê com muita preocupação a possibilidade de ruptura democrática na UFSC.

A eleição organizada pelas entidades representativas de todos os seguimentos da comunidade universitária para a escolha da nova administração, ocorreu no dia 26 de abril, em segundo turno, e escolheu, por ampla maioria, a chapa UNIVERSIDADE PRESENTE, formada pelo Professor Irineu de Souza e pela Professora Joana Passos, como a grande vencedora do pleito. Foram aproximadamente 12400 eleitores que deram a chapa vencedora 57,69% dos votos válidos.

A vontade externada por toda a comunidade universitária precisa ser respeitada. A autonomia universitária é o âmago dessa instituição que nas últimas décadas têm sido protagonista nessa consulta.
Não podemos consentir que grupos ou aventureiros individuais busquem golpear o equilíbrio democrático construído com a luta de Docentes, TAEs e Estudantes.

Que os conselheiros e conselheiras do Conselho Universitário (CUn) tenham serenidade e responsabilidade votando somente nos vencedores e não em quem sequer participou da eleição.

SIMPE-SC – Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Estado de Santa Catarina;
SINJUSC – Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de Santa Catarina;
SINDPREVS – Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência do Serviço Público Federal do Estado de Santa Catarina;
SINSERF – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Forquilhinha;
SINDTAE UFFS – Sindicato dos Técnico-administrativos em educação da UFFS;
SINTRAFESC – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do Estado de Santa Catarina;
SINTESPE – Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Estadual de Santa Catarina;
CUT SC – Central Única dos Trabalhadores do Estado de Santa Catarina;
SINDALESC – Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina;
SINASEFE SEÇÃO VIDEIRA – Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional E Tecnológica;
SINASEFE – SC – Seção Sindical IFSC;
SINASEFE – Seção Litoral;
SINSEJ – Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Joinville e Região;
SINTRAM-SJ- Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de São José;
SINDIRECEITA-SC- Sindicato Nacional dos Analistas Tributários da Receita Federal do Brasil;
SISERP CRR/CUT- Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Criciúma e Região;
CONFETAM CUT- Confederação Nacional dos Servidores Públicos Municipais;
SINDSAUDE- Sindicato dos Trabalhadores da Saúde Pública do Estado de Santa Catarina;
SINTRAJUSC- Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário Federal no Estado de Santa Catarina;
SINTE/SC- Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública de Ensino do Estado de SC.

Santa Catarina, 28 de abril de 2022.

A próxima segunda-feira (28), marca o Dia Mundial de Combate às Lesões por Esforços Repetitivos (LER) e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort).

A data chama atenção para duas doenças que têm relação direta com o trabalho e que atingem milhões de brasileiros.

O combate à LER/DORT, no entanto, é uma via de mão dupla: além da correção do ambiente, da adoção de medidas preventivas e de novas formas e ferramentas de trabalho por parte da empresa, as ações individuais também fazem a diferença.

Como forma de prevenção e contribuição para qualidade de vida no ambiente de trabalho, a ginástica laboral consiste em exercícios efetuados no próprio local de trabalho, tendo como principais objetivos a prevenção das LER/DORT, a diminuição do estresse, dores musculares, fadiga, tensão muscular, aumento da consciência corporal, melhora do condicionamento físico, flexibilidade, coordenação e resistência, atuando de forma preventiva e terapêutica.

Que tal parar um pouco agora, levantar e alongar?

Fechando o mês da campanha Janeiro Branco, queremos fazer o alerta para o risco de adoecimento mental que grande parte dos servidores do Ministério Público apresenta. 85% dos participantes da pesquisa “Atenção à Saúde Mental de Membros e Servidores do Ministério Público: Fatores Psicossociais no Trabalho no contexto da Pandemia de Covid-19”, realizada pelo CNMP, estão em risco para Transtornos Mentais Comuns (TMC).

Apesar de um resultado bastante afetado pelo contexto da pandemia de covid-19, os dados do estudo também apontaram fatores preocupantes de adoecimento relacionados ao trabalho.

Quanto aos sintomas apresentados pelos participantes da pesquisa, 73% apresentaram humor depressivo-ansioso, apontando que se sentem nervosos, tensos ou preocupados; 52% têm pensamentos depressivos, relatando que encontram dificuldades para realizar com satisfação suas atividades diárias; 56% apresentam sintomas somáticos e indicam que dormem mal; 48% apresentam decréscimo de energia vital, indicando cansar com facilidade. Ainda 6,7% relataram ideação suicida.

Os dados da pesquisa, apresentados por nós durante o mês de janeiro, revelam um cenário preocupante onde o trabalho está altamente relacionado a diversos fatores de risco para o adoecimento mental. Situações de assédio moral e violência psicológica no trabalho também apareceram com uma frequência intolerável dentro do Ministério Público.

Estamos acompanhando as discussões no CNMP sobre a construção de uma Política Nacional de Atenção Continuada à Saúde Mental e já enviamos nossas sugestões ao conselheiro relator. Esperamos que ainda neste ano, o cuidado com a saúde mental e o bem-estar no trabalho de servidores e membros se torne uma política da instituição

#JaneiroBranco #MP #SaúdeMental

É preocupante o número de servidores do Ministério Público que relatam sofrer assédio moral (AMT) ou violência psicológica no trabalho. A pesquisa Atenção à Saúde Mental de Membros e Servidores do Ministério Público: Fatores Psicossociais no Trabalho no contexto da Pandemia de Covid-19”, realizada pelo CNMP, revelou dados alarmantes nesse sentido.

50,1% dos servidores respondentes disseram ter sido alvo de atos hostis considerados assédio moral no trabalho. 27,1% relataram que sofreram violência psicológica no trabalho. Apenas 22,8% responderam negativamente a ambos.

Os servidores ainda citaram que os atos considerados hostis foram praticados por superiores hierárquicos em 15,3% das ocasiões, sendo mencionados subprocuradores, procuradores, membros, assessores (comissionados ou em cargos efetivos) e chefia. Subordinados e colegas também foram citados como responsáveis pelos atos em 6,3% dos casos e apenas colegas em 1,9% das ocasiões.

Mais do que conhecer a realidade do Ministério Público, é preciso modificar culturas institucionais onde o assédio moral e a violência psicológica sejam aceitos, ou pior, naturalizados.

A FENAMP e a ANSEMP estão nessa luta!

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Os servidores e servidoras do Ministério Público que participaram da pesquisa Atenção à Saúde Mental de Membros e Servidores do Ministério Público: Fatores Psicossociais no Trabalho no contexto da Pandemia de Covid-19”, realizada pelo CNMP, relataram as principais dificuldades que encontram no trabalho.

Essas dificuldades apontam elementos importantes para complementar a análise dos fatores de risco relacionados ao esgotamento mental e à divisão das tarefas, que foram os fatores que apareceram com maior destaque nos resultados da pesquisa.

O estudo destaca que: “Há excesso de trabalho e sobrecarga, que estão associados não somente à falta de estrutura, mas também às diferentes formas de pressão e controle sobre o trabalho, seja relativo ao cumprimento dos prazos ou à produção de relatórios e a outros dispositivos de controle. Assim, a falta de pessoal, associada ao pouco tempo para realização das tarefas e as pressões originadas do controle sobre o trabalho mostram-se como fatores de risco relacionados à sobrecarga e, por sua vez, ao esgotamento”.

A FENAMP e a ANSEMP estão na luta para que os resultados dessa pesquisa ajudem a construir uma política nacional de combate a culturas institucionais que promovem o adoecimento e de promoção da saúde mental entre os trabalhadores do Ministério Público em todo o país.

 

O Esgotamento Mental representa um fator de Risco Psicossocial no Trabalho para 56,6% dos servidores e servidoras do Ministério Público que participaram da pesquisa Atenção à Saúde Mental de Membros e Servidores do Ministério Público: Fatores Psicossociais no Trabalho no contexto da Pandemia de Covid-19”, realizada pelo CNMP.

O esgotamento mental se caracteriza por sentimentos de injustiça, desânimo, insatisfação e/ou desgaste com seu trabalho. De acordo com o estudo do Conselho Nacional “o esgotamento está relacionado ao próprio conteúdo do trabalho do Ministério Público e, por diversas vezes, fez-se referência à escassez de políticas públicas que pudessem minimizar o excesso de trabalho”.

A falta de reconhecimento é outro fator que aparece relacionado ao esgotamento mental e à ansiedade. A falta de reconhecimento e a quantidade elevada de tarefas foram diretamente associadas ao esgotamento, apontou a pesquisa.

Mais do que identificar esses fatores de risco, é preciso atuar para combater culturas institucionais que promovam o adoecimento.

A FENAMP e a ANSEMP estão nessa luta!

Neste ano, a FENAMP e a ANSEMP se engajam na campanha Janeiro Branco com a pergunta: “Como está a Saúde Mental dos servidores do MP?”.

No final do ano passado, a pesquisa “Atenção à Saúde Mental de Membros e Servidores do Ministério Público: Fatores Psicossociais no Trabalho no contexto da Pandemia de Covid-19”, realizada pelo CNMP trouxe dados que reforçam a necessidade de ligar o sinal de alerta para o tema.

A pesquisa identificou fatores de Risco Psicossocial no Trabalho. No Ministério Público, se destacou como um desses fatores de risco a Divisão de Tarefas, que trata de ritmos, prazos e condições de execução de tarefas. Esse aspecto representa um risco médio ou alto para 56,8% dos servidores que participaram do estudo.

A pesquisa destaca que: “Há excesso de trabalho e sobrecarga, que estão associados não somente à falta de estrutura, mas também às diferentes formas de pressão e controle sobre o trabalho, seja relativo ao cumprimento dos prazos ou à produção de relatórios e a outros dispositivos de controle. Assim, a falta de pessoal, associada ao pouco tempo para realização das tarefas e as pressões originadas do controle sobre o trabalho mostram-se como fatores de risco relacionados à sobrecarga e, por sua vez, ao esgotamento”.

O estudo ainda chama a atenção para a associação entre a sobrecarga de trabalho e o sentimento de desvalorização e de falta de reconhecimento do trabalho dos servidores: “Esses dois aspectos se destacam, inclusive se se considerarem as pressões para o cumprimento de prazos ou a falta de estrutura física e de pessoal”.

Mais do que identificar esses fatores de risco, é preciso atuar para combater culturas institucionais que promovam o adoecimento.

A FENAMP e a ANSEMP estão nessa luta!

O mundo do trabalho passa por mudanças multifacetadas significativas que afetam também a organização sindical. As reformas que mexeram nos direitos dos trabalhadores aprofundou a separação da classe e seus defensores, em especial nas suas formas de financiamento, o que criou sérias dificuldades de sustentação e atuação para essas entidades.

Por isso, mais que essencial, é fundamental o debate da atuação sindical e novas quadros de ideias capazes de conduzir a luta dos trabalhadores.
O diálogo começa às 18h30, de forma remota pelo canal do Youtube do Fazendo Escola e contará com a presença das Doutoras em Sociologia e História, Márcia de Paula Leite e Victoria Basualdo, respectivamente. A medicação será do presidente do SINJUSC, Neto Puerta.

Mais informações em futurodotrabalho.ufsc.br!

As recentes mudanças legislativas, especialmente no âmbito trabalhista, são temas centrais desse seminário, que ocorre no dia 17 de novembro, às 18h30, de forma online. Planos de reformas e medidas de precarização que atingem o emprego, a renda e a ação sindical, serão abordados e discutidos por pesquisadores nacionais e internacionais, representantes sindicais e juristas.

O ciclo teve início em 20 de outubro e segue até 24/11, sendo totalmente gratuito. A realização é do Fazendo Escola do SINJUSC e do SIMPESC, em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisa em Trabalho Público e Sindicalismo – com o Laboratório de Sociologia do Trabalho (LASTRO), vinculado à Universidade Federal de Santa Catarina, (UFSC).

O evento conta ainda com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário Federal no Estado de Santa Catarina (@sintrajusc) e do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (@sindjusrs).

Mais informações em futurodotrabalho.ufsc.br!

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