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Simpe SC

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Neste ano, a FENAMP e a ANSEMP se engajam na campanha Janeiro Branco com a pergunta: “Como está a Saúde Mental dos servidores do MP?”.

No final do ano passado, a pesquisa “Atenção à Saúde Mental de Membros e Servidores do Ministério Público: Fatores Psicossociais no Trabalho no contexto da Pandemia de Covid-19”, realizada pelo CNMP trouxe dados que reforçam a necessidade de ligar o sinal de alerta para o tema.

A pesquisa identificou fatores de Risco Psicossocial no Trabalho. No Ministério Público, se destacou como um desses fatores de risco a Divisão de Tarefas, que trata de ritmos, prazos e condições de execução de tarefas. Esse aspecto representa um risco médio ou alto para 56,8% dos servidores que participaram do estudo.

A pesquisa destaca que: “Há excesso de trabalho e sobrecarga, que estão associados não somente à falta de estrutura, mas também às diferentes formas de pressão e controle sobre o trabalho, seja relativo ao cumprimento dos prazos ou à produção de relatórios e a outros dispositivos de controle. Assim, a falta de pessoal, associada ao pouco tempo para realização das tarefas e as pressões originadas do controle sobre o trabalho mostram-se como fatores de risco relacionados à sobrecarga e, por sua vez, ao esgotamento”.

O estudo ainda chama a atenção para a associação entre a sobrecarga de trabalho e o sentimento de desvalorização e de falta de reconhecimento do trabalho dos servidores: “Esses dois aspectos se destacam, inclusive se se considerarem as pressões para o cumprimento de prazos ou a falta de estrutura física e de pessoal”.

Mais do que identificar esses fatores de risco, é preciso atuar para combater culturas institucionais que promovam o adoecimento.

A FENAMP e a ANSEMP estão nessa luta!

O mundo do trabalho passa por mudanças multifacetadas significativas que afetam também a organização sindical. As reformas que mexeram nos direitos dos trabalhadores aprofundou a separação da classe e seus defensores, em especial nas suas formas de financiamento, o que criou sérias dificuldades de sustentação e atuação para essas entidades.

Por isso, mais que essencial, é fundamental o debate da atuação sindical e novas quadros de ideias capazes de conduzir a luta dos trabalhadores.
O diálogo começa às 18h30, de forma remota pelo canal do Youtube do Fazendo Escola e contará com a presença das Doutoras em Sociologia e História, Márcia de Paula Leite e Victoria Basualdo, respectivamente. A medicação será do presidente do SINJUSC, Neto Puerta.

Mais informações em futurodotrabalho.ufsc.br!

As recentes mudanças legislativas, especialmente no âmbito trabalhista, são temas centrais desse seminário, que ocorre no dia 17 de novembro, às 18h30, de forma online. Planos de reformas e medidas de precarização que atingem o emprego, a renda e a ação sindical, serão abordados e discutidos por pesquisadores nacionais e internacionais, representantes sindicais e juristas.

O ciclo teve início em 20 de outubro e segue até 24/11, sendo totalmente gratuito. A realização é do Fazendo Escola do SINJUSC e do SIMPESC, em parceria com o Centro de Estudos e Pesquisa em Trabalho Público e Sindicalismo – com o Laboratório de Sociologia do Trabalho (LASTRO), vinculado à Universidade Federal de Santa Catarina, (UFSC).

O evento conta ainda com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário Federal no Estado de Santa Catarina (@sintrajusc) e do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (@sindjusrs).

Mais informações em futurodotrabalho.ufsc.br!

 

No Brasil, o nível de escolaridade das mulheres é superior ao dos homens: entre eles, 21,5% frequentaram o ensino superior; entre elas, 29,75%, segundo a pesquisa Estatísticas de Gênero, do IBGE, divulgada em março de 2021. Porém, o mercado de trabalho não reflete essa situação.

Historicamente, mulheres possuem desvantagens na área, como menor participação na força de trabalho, ocupação de setores e cargos menos valorizados, e menores salários. E a pandemia só veio agravar essa situação.

Em relação ao desemprego, as mulheres negras continuam sendo as mais prejudicadas: taxa de desemprego de mulheres negras é o dobro da de homens brancos.

Quem explora o assunto no debate de hoje são: Barbara Castro, Laís Abramo e Winnie Santos, com mediação de Lucas Ferreira.

Mais informações em futurodotrabalho.ufsc.br!

 

As condições desiguais do mercado de trabalho brasileiro e latino-americano serão discutidas nesse seminário. Desse modo, convém analisar a consubstancialidade, a matriz de desigualdades através do gênero, raça, classe e idade, as desigualdades no trabalho por conta própria e empreendedorismo e pensar sobre novas possibilidades de coletivos de gênero e raça nos sindicatos e associações de trabalhadores.

Anota ai: é dia 10/11, às 18h30, pelo canal do Youtube do Fazendo Escola. O evento é totalmente gratuito e aberto à comunidade.

O seminário é realizado pelo Laboratório de Sociologia do Trabalho (LASTRO) da @ufsc, e pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Trabalho Público e Sindicalismo (Fazendo Escola -SINJUSC). Conta ainda com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário Federal no Estado de Santa Catarina (@sintrajusc) e do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (@sindjusrs).

Mais informações em futurodotrabalho.ufsc.br

 

“A vulnerabilidade legal dos trabalhadores e trabalhadoras imigrantes – que pouco conhecem do idioma local, estão no país sem a documentação necessária, e que carecem de proteção da justiça – também permite que formas análogas à escravidão aconteçam em ambientes urbanos e em partes do país que não costumam ser associadas ao “arcaísmo”, como o caso das trabalhadoras latino-americanas nos “sweatshops” em São Paulo, ou dos haitianos na agroindústria em Santa Catarina, por exemplo”, aponta conferencista de hoje, doutor e professor da UFSC, Henrique Espada Lima.

O seminário será transmitido, às 18h30, pelos canais do YouTube “Fazendo Escola” e do Laboratório de Sociologia do Trabalho/UFSC, com acesso público por tempo indeterminado. O evento é gratuito.

Mais informações em futurodotrabalho.ufsc.br

DIGA NÃO À PEC 32!

A PEC32 não traz sequer um item que represente melhoria nos serviços públicos, pois não vincula a avaliação de desempenho à melhoria da gestão e do serviço público. O substitutivo apresentado ainda traz o pecado original da falha na abordagem e da desnecessidade. Constitucionalizar temas que poderiam ser tratados por legislação infraconstitucional contribui para engessar o futuro!

A rejeição integral da PEC 32 é necessária para promover menos danos ao país e ao seu povo, especialmente àqueles que estão nos municípios onde o cidadão sente a mão do Estado brasileiro na promoção de políticas de assistência, emancipação e proteção social.

É fundamental destacar ainda que a Assessoria Técnica do Senado Federal apontou e o Tribunal de Contas da União (TCU) está cobrando – sem obter devida resposta da administração – a falta de demonstração de ganho econômico com a PEC, fato que se soma à falta de ganho em eficiência, modernização e qualidade nos serviços prestados conforme acima demonstrado.

Em resumo, a PEC 32 é uma proposta que não atende aos interesses da sociedade.
Atenderá, então, aos interesses de quem?

A NOSSA LUTA É POR TODOS!

 

Os efeitos da pandemia sobre a saúde dos trabalhadores e a importância do cuidado são temas que irão nortear o segundo dia do seminário “Futuro do Trabalho: Perspectivas Latino- americanas”, que será realizado de forma virtual no dia 27/10.

A proposta do debate é discutir sobre violências, sofrimentos, saúde mental, a vulnerabilização dos trabalhadores essenciais e a intensificação do trabalho de cuidados durante a pandemia.

O Ciclo de Seminários é realizado pelo Laboratório de Sociologia do Trabalho (LASTRO- UFSC) e pelo Centro de Estudos e Pesquisas em Trabalho Público e Sindicalismo (Fazendo Escola- SINJUSC- SIMPESC). Conta ainda com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário Federal no Estado de Santa Catarina (SINTRAJUSC) e do Sindicato dos Servidores da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul (SINDJUSRS).

O ciclo é gratuito e aberto a toda a comunidade. O controle de presenças será feito em formulário próprio divulgado no chat do Youtube na transmissão de cada seminário. Terão direito a certificado (12h de formação), emitido pela UFSC, as pessoas que participarem de ao menos cinco seminários.

LINKS|
Programação completa: https://futurodotrabalho.ufsc.br/
Inscrição gratuita no site: https://bit.ly/SeminarioFazendoEscola
Para acompanhar o seminário:

Youtube do SINJUSC: https://bityli.com/l3DdMP
Youtube do Lastro: https://bityli.com/ObjSrR

O primeiro seminário internacional sobre o mundo do Trabalho organizado pela UFSC e sindicatos do sul do país começa HOJE, às 18h30, de forma online pelo Youtube. Os temas pandemia e tecnologias abrem o evento, com a presença dos conferencistas Carlos Salas Páez e Laura Cymbalista, com mediação de Emanuel Dall Bello.

A proposta de discussão para esse primeiro dia é refletir sobre a acentuação do uso das tecnologias durante a pandemia e seus efeitos sobre o ambiente de trabalho. Nesse contexto, propõe-se discutir sobre o teletrabalho, a plataformização, o home office nas relações entre trabalho e capital, o desemprego e a precarização das condições de trabalho

O ciclo é gratuito e aberto a toda a comunidade. O controle de presenças será feito em formulário próprio divulgado no chat do Youtube na transmissão de cada seminário. Terão direito a certificado (12h de formação), emitido pela UFSC, as pessoas que participarem de ao menos cinco seminários.

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Programação completa: https://futurodotrabalho.ufsc.br/

Inscrição gratuita no site: https://bit.ly/SeminarioFazendoEscola

Para acompanhar o seminário:

Youtube do SINJUSC: https://bityli.com/l3DdMP

Youtube do Lastro: https://bityli.com/ObjSrR

 

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