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A FENAMP e a ANSEMP realizaram um levantamento sobre a composição do quadro de pessoal dos Ministérios Públicos estaduais.

O objetivo das entidades foi estabelecer um panorama sobre a relação existente entre servidores efetivos e comissionados para ser apresentado ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) já que, em 2019, o conselheiro Valter Shuenquener apresentou uma proposta de resolução, cujo objetivo era estabelecer que, nos estados que ainda não regulamentaram o inciso V do artigo 37 da Constituição Federal, pelo menos 50% dos cargos em comissão sejam destinados aos servidores das carreiras do Ministério Público brasileiro.

Saiba mais em: https://fena.mp/pesquisacomissionados

É amanhã!

O “Fim da estabilidade do servidor público: prejuízo para a sociedade” é tema de webinar promovido pelo Movimento a Serviço do Brasil na terça-feira, dia 23, às 10h30. Nossa discussão vai falar, principalmente, sobre os impactos da reforma administrativa no serviço público e os prejuízos para a população.

A mediação será da jornalista @amandaaudi e contará com a presença da influencer @rita_von_hunty, além de representantes de federações: @charlesalcantara_, da @Fenafisco, e @albertoledur, da @fenamp.

A Transmissão será feita pelo YouTube do @aservicodobr em: https://fena.mp/aservicobr.

O SIMPE firmou parceria com a (AFESSC) – Associação dos funcionários Estaduais da Saúde de Santa Catarina que irá proporcionar pacotes de diárias com valores especiais, lazer, conforto e muita diversão para FILIADOS e FILIADAS.

Venham com sua família passar bons momentos em uma das praias mais bonitas da Ilha de Santa Catarina.

Para mais informações entre em contato com o SIMPE-SC.

Horário de Atendimento:
Segunda a Sexta das 13:00h às 19:00h.
E-mail: sindicatompsc@gmail.com
Telefone: (48) 3024-5641

Dia 10 de dezembro é o dia Nacional de Luta em Defesa do Serviço Público.

Em frente ao Centro Administrativo do Governo Estadual, os representantes das entidades Sindicais entregaram uma carta de reivindicações e um pedido de valorização do serviço público ao governador Carlos Moisés.

Fotos: Micheline Zolet

#DigaNãoàReformaAdministrativa
#EmDefesaDoServiçoPúblico
#MovimentoSindical
#SimpeSC

Manifesto por uma reforma administrativa e uma PEC Emergencial que otimize o Estado, estruture carreiras e não penalize a população
O setor público é a única porta de acesso de milhões de brasileiros a vários serviços essenciais. Mesmo diante do agravamento da pobreza no país, os governantes apresentaram uma proposta de reforma administrativa que ignora aspectos de gestão pública e foca exclusivamente no ajuste fiscal.
Sob o pretexto de economizar cerca de R$ 300 bilhões em 10 anos, sem apresentar nenhum cálculo que comprove a estimativa, o governo enviou ao Congresso Nacional uma reforma administrativa que fragiliza gravemente o serviço público. Pelo texto, fica liberada a criação de cargos comissionados em todos os níveis, favorecendo a implementação de esquemas de corrupção, fim da estabilidade, reduzindo a isonomia e a independência da atuação de servidores e servidoras.
A PEC 32/2020 também cria diversas formas de contratação no serviço público, favorecendo a disparidade nas formas de admissão e criando um modelo de avaliação de desempenho que permite o assédio e a demissão de servidoras e servidores que não certifiquem medidas de interesse estritamente político.
Além da PEC 32/2020, o governo ainda afeta diretamente a prestação de serviços públicos através da PEC Emergencial, que prevê a redução de 25% na oferta de serviço público, consubstanciada pela possibilidade de redução da jornada de trabalho dos ocupantes de cargos, funções e empregos públicos e proporcional redução salarial destes. O principal efeito do corte de 25% na prestação de atendimento ao povo é a instalação do caos e a sobrecarga da demanda em hospitais, diminuição de professores, aumento da criminalidade com redução das forças de segurança, aumento da quantidade de processos judiciais sem solução, lentidão em investigações e diminuição na arrecadação tributária pelo governo. Tudo isso durante a maior crise sanitária e econômica vivida pelo Brasil nos últimos cem anos. Serão afetadas todas as esferas de governo: União, estados e municípios.
Para as 29 entidades que compõem o Movimento a Serviço do Brasil, a reforma administrativa deve pautar temas que ampliem o atendimento à sociedade e deem respaldo social durante a crise. A reforma administrativa apresentada pelo governo, em discussão pelo Congresso Nacional, em nada contempla as necessidades da população e dos servidores. É necessária a desburocratização de todos os setores, com integração, digitalização e segurança para que o serviço seja desfrutado por toda a população, sem exceção de classe social, de forma mais ágil, eficiente, acessível e integral, implementando uma real governança digital.
É fundamental a revisão nas formas de contratação, compras diretas, pregões e investimentos pelo Estado. Não é mais aceitável a formação de cartéis, como visto nos últimos anos, que elevam o preço para a prestação de serviço ao setor público. As empresas que cobram valores muito acima dos praticados pelo mercado devem ser punidas e proibidas de participarem de concorrências públicas. Ano após ano os cofres públicos são lesados por empresas que almejam ganhar vantagens e montantes oferecendo produtos de qualidade questionável e que mal atendem à população.
A capacitação contínua de servidores e servidoras para o desenvolvimento das atividades no mais alto nível é outro ponto que precisa ser debatido no âmbito da gestão pública e da reforma administrativa. Assim como o estabelecimento de políticas de recursos humanos que visem a redução do adoecimento daqueles que diariamente se dedicam ao atendimento à população e à formulação de políticas públicas, além do estabelecimento claro de planos de carreira para todas as áreas.
Para melhorar a situação fiscal brasileira é vital a incrementação da estrutura dos órgãos de fiscalização tributária, com ênfase no combate aos grandes sonegadores que geram prejuízos gigantescos ao país.
As medidas acima sugeridas são formas de otimizar o serviço público como um todo, cuidando da estrutura pública, do cofre público e, principalmente, da população, que poderá desfrutar de serviços mais eficientes e sem gargalos.
Por fim, as entidades do Movimento a Serviço do Brasil defendem uma reforma tributária justa e solidária, com a implementação efetiva da progressividade, seguindo o princípio da capacidade contributiva, previsto na Constituição Federal. A diminuição da tributação sobre o consumo e o aumento sobre renda e patrimônio ajudarão a tornar o Brasil um país mais justo e menos desigual. Segundo o documento “Tributar os super-ricos para reconstruir o país”, elaborado pela Fenafisco e outras entidades nacionais e estaduais do Fisco, a reforma tributária no Brasil, focada nos 0,3% mais ricos, por si só, tem potencial de arrecadar cerca de R$ 3 trilhões em dez anos, sendo o melhor caminho para sair da crise sem afetar o atendimento à população.
Caminho mais racional e efetivo do que uma reforma administrativa que deixa o Estado e a população brasileira ainda mais desamparados e vulneráveis.
Assinam este manifesto:
Fenajufe
Fenafisco
Fenamp
Ansemp
Fenajud
Sindjufe – MS
Assemperj – RJ
Fenassojaf
Sitraemg – MG
Sisejufe – RJ
Sindjufe – PA/AP
Sitraam – AM
Sinjap – AP
Aojustra
Serjusmig – MG
Sintrajufe – RS
Sindissetima – CE
Sindjustiça – GO
Sinjus – MG
Sindjus – RS
Sinsjusto – TO
Sindifisco – MS
Assojaf – MG
Sintrajufe – PE
Sintaj – BA
Sindijus – SE
Sintrajusc – SC
Sintrajud – SP
Sindijus – PR

 

O governo alega que a Reforma Administrativa não terá impacto sobre os atuais servidores. No entanto, as análises técnicas e jurídicas que vêm sendo realizadas evidenciam a falácia desse discurso. A Reforma está dividida em três fases. Na terceira fase, onde o governo diz que irá tratar dos direitos e deveres do servidor, a verdade será concretizada a retirada de mais direitos, a diminuição dos salários e o fim de todas as carreiras que tiverem restado.

#NaoAPEC32
#NãoAPECdaRachadinha
#naoareformaadministrativa

 

O governo alega que a Reforma Administrativa não terá impacto sobre os atuais servidores. No entanto, as análises técnicas e jurídicas que vêm sendo realizadas evidenciam a falácia desse discurso. A Reforma está dividida em três fases, na segunda, onde o governo alega que serão definidas as regras sobre gestão de desempenho, a verdade é que será definido como legalizar a perseguição a servidores que não compactuem com atos ilícitos de gestores.

#NaoAPEC32
#NãoAPECdaRachadinha
#naoareformaadministrativa

 O governo alega que a Reforma Administrativa não terá impacto sobre os atuais servidores. No entanto, as análises técnicas e jurídicas que vêm sendo realizadas evidenciam a falácia desse discurso. Diversos pontos da PEC poderão impactar, imediatamente ou por mudanças futuras, os atuais servidores. Por isso, a FENAMP e a ANSEMP preparam uma série de cards informativos sobre esses impactos e mudanças.

#NaoAPEC32
#NãoAPECdaRachadinha
#naoareformaadministrativa

Servidor, preste atenção!

Nesta eleição, não vote em candidatos que apoiam a Reforma Administrativa. É fundamental que, nas eleições municipais de 2020, votemos em candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador realmente comprometidos com a manutenção e a ampliação de serviços públicos de qualidade e com a valorização dos servidores.

Questione os candidatos da sua cidade sobre a posição deles em relação à Reforma Administrativa. Vote consciente! Não vote em quem quer acabar com o serviço público e com os servidores!

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